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Em "Theo e seu Tio", Marvio Ciribelli viaja pelos ritmos brasileiros. Do samba ao frevo, do baião ao choro e a bossa nova, Marvio também apresenta misturas pouco usuais, o sambaião, o xote-blues e o samba-tango. O destaque do CD é a qualidade das composições, solos e arranjos, criados por Marvio Ciribelli (piano e órgão Hammond), Marcio Bahia (bateria e percussão), Dudu Lima (contrabaixo) e Paulo Williams (trombone).Marcio Bahia, há quase 25 anos, é o baterista do grupo que acompanha Hermeto Pascoal, sendo considerado pela crítica internacional, um dos melhores bateristas do mundo, na atualidade. Marcio também tocou com Maria Bethânia, Roberto Menescal, Wanda Sá, Marcos Valle e Dino Rangel, Zélia Duncan e Hamilton de Hollanda. Dudu Lima, contrabaixista de Juiz de Fora – MG, já tem 2 CDs lançados pela Mantra: Regina (2000) e Nossa História (2004). Dudu destacou-se no Búzios Jazz & Blues Festival tocando ao lado do famoso guitarrista norte-americano Stanley Jordan e até hoje, faz parte do grupo que o acompanha quando vem ao Brasil. Paulo Williams vem de São Gonçalo – RJ, e toca com Marvio há 16 anos. Acompanhou muitos artistas brasileiros como Alcione, Elba Ramalho, Cidade Negra, Tim Maia, Kid Abelha, João Penca e Sandra de Sá, além dos estrangeiros Julio Iglesias e Chris Montez.
Vários convidados valorizam o trabalho do quarteto. Rogério Fernandes, que toca com Marvio há 17 anos, também é de Niterói – RJ, e participa da faixa Campeão (homenagem a Hermeto Pascoal) tocando baixo elétrico fretless, sua especialidade. Rogério participou da produção e da mixagem do CD e já tocou com artistas como Antonio Adolfo, Sueli Costa, Nilze Carvalho, Claudio e Cristina Latini, Nelson Gonçalves, Áurea Regina, Glória Lattinni, Zé Netto e os grupos Maite-Tchu e Vozes. O saxofonista Tino Jr. se destaca na música Sambaião, de Marvio, Dudu e Bahia e também no baião Campeão. Marcelo Martins, saxofonista que tocou com Djavan, se destaca em Subindo a Serra e Piratininga, sambas de concepção moderna do baterista Marcio Bahia; o trompetista Henrique Manso Jr, neto do Maestro Pedro Motta (da Orquestra do Instituto Abel, em Niterói – RJ), primeiro professor de Marvio Ciribelli, também se destaca em Piratininga; Marvio Ciribelli escreveu vários naipes de trombone, realizados por Johnson de Almeida e pelo próprio Paulo Williams; Ronaldo do Bandolim, dos grupos Época de Ouro e Trio Madeira Brasil, é o solista da faixa "Fazendo o que Gosta", também parceria do trio Marvio, Dudu e Bahia, música que, mais tarde, cedeu o nome para o Projeto realizado no Bar Orquídea.
O repertório do CD também conta com o choro Theo e seu Tio, composição de Marvio em homenagem ao seu sobrinho, música que destaca o baixista Dudu Lima. O Xote Blues, Orx Samba, o baião Feiticeira, o samba-tango Luz de Velas, o samba canção Simone são as outras composições de Marvio presentes no disco. Novidade também é o arranjo de Marvio (de quase nove minutos) para o Choro O Corta Jaca, de Chiquinha Gonzaga, com um incrível solo de bateria feito por Marcio Bahia.
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Brazilian jazz musician Marvio Ciribelli studied music composition with Armando Quezada and classical piano with Aurélio Silveira. Later on, he studied with the piano players and composers Antônio Adolfo, Luizinho Eça, and Ian Guest. Among the influential Brazilian musicians he has worked with, it can be mentioned, are Alex Malheiros (Azymuth), Altay Veloso, and Vanessa Rangel. Having recorded a special for the Canadian TV with Maria Eugênia, Ciribelli also has performed internationally. In Brazil, he played for 5,000 people at the Parque da Catacumba (Rio de Janeiro) in 1989, and participated in several jazz festivals like the Vitória Jazz Festival (Espírito Santo, 1994) and the Maceió Festival (Alagoas, 1995, where Ciribelli coordinated workshops presided by Florida University teachers). He also played at the Montreux Jazz Festival (Switzerland) in 1993 and 1994. Toward the end of 1995, he participated in a special concert for Princess Sayako of Japan. As a member of the International Association of Jazz Educators/IAJE, Ciribelli has been teaching workshops on piano and Brazilian music for students and professional musicians worldwide. He also has writen songs in collaboration with Marcos Valle, Alex Malheiros, Luiz Eça, Ian Guest, and Dom Chacal.
Reza o Tao, de Lao Tsé-Tung, que "procurando sem enxergar, diz-se que é escuro; escutando sem ouvir, diz-se que é fraco; tateando sem tocar, diz-se que é sutil." E sutil é a música de m.takara em seu terceiro álbum, "conta", primeiro lançamento do selo Desmonta.
Mauricio Takara has been involved within the Brazilian music scene for many years, predominately on drums and percussion, but also as an electronic programmer, and occasionally on trumpet. He's collaborated with a vast range of local and worldly artists, such as: Otto, Damo Suzuki, Cidadao Instigado, Nana Vasconcelos, Thomas Rohrer and Nacao Zumbi. He's toured Europe (including Sonar festival in Barcelona, Roskilde in Denmark, Womex in Seville & Club Transmediale in Berlin), the U.S., India (World Socials Forum) and of course Brazil. He's released 2 solo records under the name M. Takara for the Brazilian labels Submarine & Slag Records, 4 with his 6 piece group Hurtmold (including a split with Chicago's The Eternals) and recently the first record with the band Sao Paulo Underground (with the artist Rob Mazurek, from Chicago). He's currently working on a 'J.T. Meirelles' remix record (60's Brazilian samba-jazz saxophonist) with the group Instituto.
Parcialmente criado em Los Angeles, mas gravado na Costa Leste, nos estúdios Rudy Van Gelder (Englewood Cliffs, Nova Jersey), em 11, 23, 24 de maio e 15 de junho de 1967, novamente para Creed Taylor, Wave foi o quarto LP solo americano de Tom e o terceiro com arranjos de Claus Ogerman.
When Creed Taylor left Verve/MGM for his own label under the auspices of A&M, he quickly signed Antonio Carlos Jobim and they picked up right where they left off with this stunningly seductive record, possibly Jobim's best. Jobim contributes his sparely rhythmic acoustic guitar, simple melodic piano style, a guest turn at the harpsichord, and even a vocal on "Lamento," while Claus Ogerman lends a romantically brooding hand with the charts. A pair of instant standards are introduced ("Wave," "Triste"), but this album is to be cherished for its absolutely first-rate tunes — actually miniature tone poems — that escaped overexposure and thus sound fresh today. The most beautiful sleeper is "Batidinha," where the intuitive Jobim/Ogerman collaboration reaches its peak. One only wishes that this album were longer; 31:45 is not enough.
Era uma madrugada morna, dessas típicas de janeiro. Estavam aqui em casa Badeco, Teresinha e um rapaz muito tímido de nome Maurício, com gaitas de todas as espécies, mas também com desculpas de todas as espécies para não usá-las.
This classic 1966 Forma album, reissued on LP by Fontana in 1978 and on CD by PolyGram Brazil in 1990, brought Baden Powell's first recordings for his originals "Vou Por Aí" (with Aloysio de Oliveira), "Apelo," and "Deixa" (both with Vinícius de Moraes; other fruits of the fundamental partnership began in 1962). And there is more: the participation of underrated harmonica player Maurício Einhorn, who adds much to the program from the intro of the opening track, "Vou Por Aí," where unaccompanied guitar and harmonica perform with enchanting polyphony, building independent lines that allow room for the entrance of the rhythm section (no reference given in the album notes, but they are Chico Batera on drums and Edison Lobo on bass), following the exposition of the theme by the harmonica and solos by the two instrumentalists and the bassist. Next comes the classic "Apelo," with two choruses of guitar improv with very discreet references to the jazz idiom, focusing in a Brazilian language instead. The valse "A Chuva" brings with its melancholic overtones a very lyrical solo guitar rendition in the intro; soon it's joined by the harmonica solo and rhythm section. Samba bossa nova is the vehicle for swinging improvisation in "Deixa" and the long-winded "Consolação." Equally animated in the same style is "Sem Saber" (Otto Gonçalves Filho), while "Pro Forma" (Maurício Einhorn/Arnaldo Costa) brings for its 6/8 setting an Iberian atmosphere. The acalanto "Tempo Feliz" (Powell/Vinícius de Moraes), in its second recording by Powell (the first had been in the same year's live Baden Powell ao Vivo no Teatro Santa Rosa), closes the album with delicacy, with Powell alone at the guitar.
Antes que pudesse ficar prejudicado com o excesso de reedições de trabalhos feitos há muitos anos, representativos de outra fase de sua vida artística, com Waldir Azevedo, um dos grandes executantes da cavaquinho no Brasil, que permaneceu quase uma década afastada da vida artística (6 anos em Brasília, onde sofreu acidente num dos dedos), Waldir retornou à vida artística no ano passado e neste período já fez várias gravações. Mas agora, tem, finalmente, um elepê à altura de seu imenso talento (Continental, novembro/77).
Waldir Azevedo was the most successful composer and musician of the genre choro, and maybe of all Brazilian music, in relative terms. A pioneer in the exploration of the instrument cavaquinho, his themes, simple and communicative, always succeeded in capturing the attention of listeners. Azevedo recorded 132 compositions in diverse genres, 50 78s, and 20 LP's (including one shared with his rival Jacob do Bandolim). His songs were also recorded in Japan, Germany, and the U.S.A., where the Percy Faith Orchestra's recording of "Delicado" sold over a million copies.
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